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03/06/2020 09:43
Por: Comunic.Ativa - Assessoria de Imprensa CREF11/MS

Professores se reinventam para montar aulas online neste período

Neste momento de pandemia por conta do Coronavírus, em que as aulas presenciais estão suspensas, os professores têm se desdobrado ao máximo para fazer as aulas online para os alunos. Os professores de educação física mais ainda!

Como fazer uma aula de educação física online? E mais, como fazer com que esta aula fique atrativa aos alunos?

Este é um desafio diário para os professores de educação física, que assim como toda a sociedade, estão se reinventando neste período.

O professor de educação física, Warley Wagner Mateus Ribeiro, que dá aula em Campo Grande para alunos do 4º ao 9º ano na Escola Municipal Brigida Ferraz Foz e para alunos do grupo 4 até o 3° ano do ensino fundamental I, na Escola Municipal Padre José Valentim, tem conseguido levar as atividades e prender a atenção dos alunos com vídeos variados. Ele inclusive posta os vídeos em um canal do youtube.

Ele já tinha certo conhecimento com gravação e edição de vídeos, mas para deixar as aulas online mais atrativas tem assistido a vários tutoriais na internet e tem se aprimorado.

“Quando passo alguma atividade nova aos alunos, faço os vídeos com meu filho para ensinar o que deve ser feito. As aulas são pensadas para que os alunos façam as atividades práticas com os irmãos ou pais e de uma forma que não precisa de muitos recursos. Mas também pego alguns conteúdos na internet para outras aulas. Por exemplo, já dei uma aula explicando sobre a atividade de orientação, explicando como funciona e depois passo um questionário que deve ser respondido”, explica o professor Warley.

Veja alguns dos vídeos feitos pelo professor Warley:
Hóquei Adaptado: https://www.youtube.com/watch?v=y3rHZ-F49GI&feature=youtu.be
Futebalde: https://www.youtube.com/watch?v=kO10hBr-hFg
Aula sobre orientação: https://www.youtube.com/watch?v=IKKrsm4VEro

O professor Mayki de Paiva dá aulas, também em Campo Grande, para alunos dos 10 aos 16 anos e já deu aula de vôlei aos alunos, mesmo à distância. “Temos que usar a tecnologia a nosso favor neste momento. Enviei um vídeo com todas as informações sobre história e regras, por exemplo”, conta. Os professores destacaram ainda que trocam vídeos e informações entre eles para facilitar o trabalho.

A professora Aline Holanda, atua hoje na rede Estadual de Ensino e no Ensino superior, em Dourados. Ela preparou aulas diferentes e interativas para cada turma e deu resultado. “Trouxe para as crianças atividades (brincadeiras) da cultura popular, para que eles pudessem ter com os pais um momento de interação, já que alguns passariam tempo integral em casa, em função do distanciamento social e suspensão das aulas presenciais. E para os alunos do ensino médio, havia iniciado em aulas presenciais o conteúdo de treinamento funcional, então fiz um roteiro de exercícios, encaminhei um artigo sobre treino funcional, e sugeri que os alunos fizessem aquele roteiro, na tentativa de minimizar os danos causados, pelo momento que estamos vivenciando. Como devolutiva solicitei que me enviassem vídeos no momento em que estivessem executando o treino, foram vídeos incríveis, com edição, música, um trabalho que enche o coração dessa professora aqui”, pontua Aline.

Até mesmo os professores das creches tiveram que se adequar. Paulo Henrique Medina Coutinho trabalha no Centro Municipal de Educação Infantil - Inês Nunes dos Santos, em Sidrolândia, e tem alunos de três e quatro anos.

Ele criou um grupo de WhatsApp com todos os pais das crianças e envia atividades duas vezes por semana. “Nesta idade desenvolvemos muitas atividades de coordenação motora fina e que utilizam alguns materiais como lápis de cor, papel crepom, tinta guache. Mas como 70% dos nossos alunos são de baixa renda e os pais não tem condições de comprar os materiais, estamos viabilizando formas de emprestar. Já para as atividades de coordenação motora ampla passo atividades em que os pais podem riscar o chão com pedra e utilizar materiais recicláveis, como caixa de leite e garrafa pet”, aponta Paulo. Ele complementa que as crianças precisam dos pais para fazerem as atividades, então é até uma forma de interação entre pai e filho.

O CREF11/MS sabe de todas as dificuldades enfrentadas pelos professores neste período e parabeniza a todos que tem se esforçado ainda mais para levar educação de qualidade as crianças e aos jovens. “Sabemos a importância da disciplina de educação física na formação intelectual e física dos alunos. As aulas contribuem no bem-estar, na saúde mental e ainda ajudam com outras disciplinas, até mesmo aprender melhor a matemática, por exemplo, de uma forma diferente. Graças ao esforço e dedicação dos profissionais, os estudantes continuam tendo um aprendizado de qualidade”, destacou o presidente do CREF11/MS, Joacyr Lima de Oliveira Júnior.

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