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21/07/2020 09:37
Por: Imprensa

Dá pra fazer aula de Educação Física na quarentena!

Professores de Educação Física reinventam suas atividades escolares à distância com a pandemia.


Com as aulas presenciais suspensas nas escolas públicas e privadas em Campo Grande, não apenas os alunos tiveram que se adaptar à nova rotina on-line: os professores também! Com a pandemia do novo coronavírus, professores têm se desdobrado ao máximo para darem as aulas de um jeito diferente.

A professora de Educação Física, Maria Augustha Domingues, explica que no começo da adaptação das escolas ao ensino on-line, se viu “perdida” diante das mudanças. “Pensei em como daria aula de educação física sem o principal: o corpo, com a interação social que as aulas proporcionam”, afirma.

Querendo manter a proximidade, mesmo de longe, a professora começou a gravar vídeos mostrando as atividades da rotina escolar para os alunos.

A professora, que atua em uma escola municipal em Dourados, ressalta que apesar das dificuldades, o ensino mudou para melhor. “Esse distanciamento me fez repensar minhas práticas e enxergar novas possibilidades”, complementa.


O processo escolar no dia a dia

Maria Augustha explica que a adaptação não foi simples no começo, pois nem todos têm acesso à internet. Por isso, ela envia os vídeos por WhatsApp e também posta no YouTube. Quem não tem acesso, recebe as atividades impressas na escola. Como devolutiva, os alunos enviam vídeos ou material escrito. De acordo com Maria, “o mais surpreendente é que os alunos mais tímidos se soltaram nos vídeos”.

A professora explica que uma das principais mudanças dentro da relação escolar se deu no contato com os pais. “Acho que nós existíamos na escola, éramos amados pelos alunos, mas hoje estamos sendo enxergados pelos pais. Eles estão entendendo a importância das nossas práticas na escola”, ressalta.

Sobre a metodologia, Maria Augustha diz que utiliza ideias disponíveis em páginas da internet, dando sua própria personalidade de ensino. “Eu me preocupo em desenvolver atividades com materiais que os alunos possam ter na casa deles, porque se é algo que eles não têm, já não vão fazer. Procuro estimular eles, e não desestimular”, completa.

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