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10/09/2020 15:04
Por: Imprensa

Professora adapta aulas on-line para garantir acessibilidade

Professora de Educação Física adapta aulas on-line para garantir acessibilidade para alunos com deficiência auditiva

Em tempos de pandemia, a maioria das escolas está fechada e cabe aos alunos, aos pais e aos professores se adaptarem com o novo ensino à distância. Se para muitos, este processo de adaptação pode ser complicado, um projeto de inclusão da Professora de Educação Física, Maria Augustha, mais conhecida como Professora Guga, faz a diferença para que alunos com deficiência auditiva possam fazer as aulas de casa, com mais acessibilidade.

De acordo com dados do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), existem cerca de 1,2 milhão de alunos com deficiência, altas habilidades e transtornos globais do desenvolvimento matriculados nas escolas brasileiras.

A professora Guga, que atua em uma escola municipal em Dourados, conta que já realizava o trabalho de gravar vídeos com atividades da rotina escolar para manter a proximidade dos alunos, mesmo de longe. “Pensei em como daria aula de educação física sem o principal: o corpo, com a interação social que as aulas proporcionam”, afirma.

Ela explica que a adaptação não foi simples no começo, pois nem todos têm acesso à internet. Por isso, ela envia os vídeos por WhatsApp e também posta no YouTube. Quem não tem acesso, recebe as atividades impressas na escola. Como devolutiva, os alunos enviam vídeos ou material escrito.

Por ter alunos com diferentes tipos de deficiência, como auditiva, a professora teve a ideia de inserir vídeos da intérprete da escola, Gyls Pedroso, explicando todo o conteúdo ao mesmo tempo através da Libras. “Conversei com ela, que prontamente aceitou. Hoje, eu envio o vídeo com a aula para ela, ela grava interpretando, subo o vídeo dela junto ao vídeo principal e enviamos para o grupo da sala”, explica a professora.

A professora Guga espera que, com a iniciativa, mais professoras e professores também possam utilizar o espaço da interpretação da Libras para uma prática de aula mais inclusiva. “É uma forma do professor estar mais perto do aluno. Quando era presencial, a intérprete estava junto interpretando para o aluno. Por isso, foi uma forma de continuar com essa presença em tempo real. É um projeto trabalhoso, mas muito gratificante”, ressalta.

A mudança foi percebida inclusive no aluno que tem deficiência auditiva, de acordo com a professora. “A partir do momento que a intérprete começou a fazer a interpretação em cima do vídeo, em tempo real, percebi que o aluno se sentiu mais valorizado, sentiu que é visto, que tem importância”, declara.

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