Conselho Regional de Educação Física da 11ª Região

Mato Grosso do Sul

Pesquisa da USP (Universidade de São Paulo), publicada em revista científica dos Estados Unidos, concluiu que o corpo humano de todas as idades responde aos estímulos que ocorrem durante a prática de atividade física. O estudo ainda indicou que os idosos têm resultados positivos se os treinos forem feitos em quantidade e intensidade adequadas.

A prática de atividade física já é conhecida mundialmente como alternativa para o tratamento e prevenção de diversas condições de saúde. Mais recentemente, um estudo da USP (Universidade de São Paulo), publicado pelo periódico científico The Journals of Gerontology, destacou que o exercício, aplicado de forma regular à rotina, preserva a cognição de pessoas idosas.

Durante a pesquisa, que teve como amostragem 45 pessoas com idade entre 60 e 65 anos, foi observado que aqueles que se mantinham ativos apresentaram maior volume cerebral quando comparados aos sedentários. De acordo com o estudo, existe uma associação entre um maior volume cerebral e melhor desempenho cognitivo, ou seja, processamento de informações, raciocínio, atenção e memória.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) define, entre suas diretrizes, que a prática de atividade física e a redução do comportamento sedentário são ações benéficas para todos. Para André Moraes, personal trainer especialista em reabilitação e treinamento da terceira idade, os estudos científicos e recomendações de instituições mundiais de saúde comprovam uma evidência que já vinha sendo observada pelos profissionais da área.

Sobre a frequência e forma como as atividades podem ser inseridas no dia a dia, o Guia de Atividade Física para a População Brasileira define que, para pessoas a partir dos 65 anos, o ideal são 150 minutos de atividade física moderada por semana. Já em caso de maior resistência física, a atividade classificada como rigorosa deve ser de, pelo menos, 75 minutos por semana. Entre as diversas possibilidades de programas orientados por profissionais, mencionados pelo guia do Ministério da Saúde, está também o treinamento funcional.

Fonte: O Globo

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